domingo, 6 de dezembro de 2009

Regata Volta à Ilha

A Volta à Ilha de Santa Catarina é a mais charmosa, tradicional e esperada regata de Santa Catarina, fechando a Copa Veleiros da Ilha de Oceano, como sua 9ª etapa.No entanto, Jorge e Eu acabamos decidindo não participar desta 41ª edição com o Tinguá, neste dia 05/12. Então embarquei no Guga Buy, do Cmdte. José Zanella. Estávamos em nove tripulantes, entre eles Eduardo Zanella (é claro) e Gugu Dutzmann, do Tuareg.

Movimentação no ICSC no sábado cedo.

Largamos as 10:06h, com mais 46 barcos, em direção a Barra Sul da Ilha de Santa Catarina, com vento contra de SE de fôrça 3 que se manteve até próximo a Ilha dos Cardos. Aí o vento parou, deu algumas rondadas com intensidade fraca e em seguida entrou o NE. Já estávamos bem posicionados na regata e rapidamente subimos o balão. O vento foi aumentando e numa rajada maior nosso balão explodiu. Subimos a genoa 1 e contornamos a Barra Sul, re-ultrapassando o Best Fellow e o Super Pimpo. Ao chegarmos ao Pântano do Sul o NE já era de fôrça 5 e sem a proteção das montanhas a genoa 1 começou a abrir rasgos verticais próxima a esteira, nos obrigando a fazer a troca para a genoa disponível, uma 3, antes que explodisse também.

O restaurado classe Hamburgo 33 "Anita I" foi quem deu a largada.

O novo Guga Buy é um Farr40 do final dos anos 80, muito bem projetado e construido, navega muito bem e está bem conservado, mas que há anos vinha sendo usado somente para cruzeiros, na região da Baía Grande. A excessão da mestra e da genoa de enrolar, seu enxoval de velas está enfraquecido e é leve para nosso regime de ventos.

Com a genoa 3 nosso desempenho caiu principalmente após passarmos pela Ilha do Mata Fome, quando o vento recuou para fôrça 4. O pior foi fazer as 18 últimas milhas com "asa de pombo" com a genoinha 3, por não termos mais balão. Na subida da costa leste da ilha, no contra vento, tivemos alguns outros pequenos problemas como o rompimento do carrinho da esteira da mestra e mais tarde do próprio cabo (de aço) da esteira. Também o carrinho de BB do trilho da buja escapou duas vezes nas cambadas, até que uma prosaica limada no seu pino resolveu o problema. Completamos a regata próximo a uma hora do dia 6, em 14:43:17h, em sétimo lugar na competitiva RGS A.

Veleiro Main34 "Carino" quabrou o mastro nas proximidades do Pântano do Sul (Foto Kriz Sanz).

Apesar dos percalços, é sempre muito bom fazer uma Volta à Ilha, ainda mais em boa companhia. E tem sempre muita história para contar como os mastros quebrados do Carino e do Homo Erectus ou a epópéia do pequeno Banzai, um Alpha de apenas 20,2 pés, que com dois tripulantes levou exatas 25:17:26h para completar a regata.

domingo, 22 de novembro de 2009

Final da Temporada da Avelisc

Ontem Claci, minha esposa, e Eu disputamos a Regata Ele & Ela da Avelisc, na Lagoa da Conceição. Regata festiva de encerramento da temporada ela foi erroneamente incluida entre as etapas da Copa Casan, misturando "alhos com bugalhos". Num dia feio, com tempo fechado, que reduziu os participantes a menos de 15 barcos, foi disputada num percurso com largada próximo a ponte da Lagoa, perna paralela a Av. das rendeiras até marca contornada por BB para a outra marca colocada no inicio do canal para a Costa da Lagoa, na localidade de Canto dos Araçás, chegando em frente ao Restaurante Cabral, local da comemoração e premiação, na Costa da Lagoa.

Esperando a largada, como sempre atrasada.

A previsão era de vento E médios, mas o NE tomou conta logo, rondando e variando muito de intensidade, principalmente para N, com algumas quase paradas. Larguei muito mal e consegui me recuperar só até o segundo lugar, pois quando vinha tirando a diferença, no contra vento do caminho da Costa, o vento parou e ao retornar naturalmente chegou primeiro para quem estava na frente...Só me restou tentar uma "maluquice" que necessitava da ajuda de Eolo para dar certo...como Êle nos ignorou fomos segundo mesmo.

Neste ano, com o Mutley (Bruma19) e o Luiz Carlos "Polaco" Poyer na proa, vencemos o Ranking Estadual (8 etapas) e fomos vice no Estadual (3 etapas) e na Copa Casan (4 etapas), prejudicados pela nossa ausência na etapa de agosto, que valia para os três torneios, que teve sua data prevista alterada. Para a temporada do ano que vem esperamos um pouco mais de rigidez da Avelisc na observância do calendário, de certas regras de regata e, "pelo amor de deus", nada de colocar adesivo do patrocinador nas velas!

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos, clip e comentários).

domingo, 8 de novembro de 2009

Regata Mormaii

Acordei todo dolorido depois das 5,5 horas timoneando o Tinguá no nordestão de ontem (07/11), durante a 8ª Regata Mormaii, que valeu pela também 8ª etapa da Copa Veleiros da Ilha de Vela Oceânica. O track mostrou que fizemos 32,5 mn para cumprir as 26 mn do percurso, com muito contra vento.

Esperando a largada.

A regata largou nas proximidades da Avenida Beira Mar Norte, foi até uma bóia em frente a Praia Brava, depois de deixar por BB as bóias em frente a sede oceânica de Jurerê e ao Rio do Brás em Canasvieiras, retornando para chegar em Jurerê. Na largada, às 10h da manhã, o vento NE estava fraco mas foi crescendo e na altura das Ilhas Ratones já chegava aos 20 nós, de onde não baixou mais.

O Tinguá fez uma boa regata até as proximidades da Ponta das Canas, mesmo tendo de desviar em cima de uma rede na Praia de Canasvieiras. Depois a tripulação cansou, desconcentrou e dois sofreram com o mar desencontrado nas proximidades dos costões. Ficamos em 8º na RGS A, a mais disputada este ano, quando podíamos ter sido 6º, talvez 5º. São pelo menos 6 barcos normalmente mais rápidos que nós e ainda pagamos no tempo corrigido para todos os barcos da classe, a excessão do Feitiço (Fast395 regata) e 5 Los Niños (Delta36 regata).

O balanço foi bom, uma regata puxada mas gostosa. Difícil foi montar a tripulação. Só na sexta-feira à noite, com a ajuda do amigo Érico, fechamos os seis. Mas no sábado um não compareceu e fomos Jorge, Érico, Guto (Carlos Augusto Kidlein), Gica (Giovane B. Garcia) e Eu.

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos, clip e súmula).

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Carta Aberta da Boteco 1

Qual de nós cruzeiristas, que gostamos de colocar nossos barcos a disputarem uma regatinha aqui e acolá, já não se sentiu discriminado em algum dos grandes eventos da vela nacional, como a Semana de Vela de Ilhabela e os vários Circuitos de regatas, como o recente do Rio de Janeiro? A propósito deste quase desprezo pelo pessoal das classes RGS, APS, Bico de Proa e Multicasco a Equipe Boteco1, do Rio, fez uma interessante carta aberta, que pode ser lida aqui.

Os organizadores, e a mídia é levada a isto também, só tem olhos para a classe ORCi 500, no máximo para as classes ORCinternacional e ORCclube. Não há dúvida que ali estão as máquinas de regata e os velejadores profissionais, mas não é preciso esquecer olimpicamente dos demais. Como seria a Semana de Vela de Ilhabela se só participassem a meia duzia de barcos da ORCi 500? E a Santos-Rio?


http://www.boteco1.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2802&Itemid=32

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

De Volta a Toca da Lontra

Com o nordestão soprando direto, dia e noite, o que nos fez retornar ontém da Ponta do Papagaio, hoje fomos velejar de Mutley (nosso Bruma19), na Lagoa da Conceição. Fomos todos (Claci, Gabriel, Rafel e Eu) cedo para aproveitar a manhã quando o NE estaria soprando menos.

Queria testar a nova genoa 2 em Prolam, feita pela Carlos Saas e que, por falha dos Correios, não chegou a tempo para as últimas regatas, do dia 19/10. Acabei esquecendo a vela em casa. Então fomos de mestra rizada e genoa 3, pois o NE já era de mais de 10 nós e só ia aumentar.

No final da gostosa velejada, antes de retornar para a Marina Verde Mar, fomos comer lula recheada com uma cervejinha na Toca da Lontra, barzinho manézinho na beira da lagoa, aonde não íamos a muito tempo. A Toca fica no final da Servidão do Retiro da Lagoa, um dos melhores cantinhos da Lagoa da Conceição e a lula é uma delícia.

domingo, 1 de novembro de 2009

Passeio Frustante

Com a previsão de sol e calor para o feriadão preparei o Tinguá e descemos êle para a água na sexta-feira. Como o vento seria NE em todo o período estava com planos de ir para a Praia do Tinguá, mas os amigos Antônio Moura, do Blue (Fast310), e Eduardo Zanella, do Guga Buy (Far40), convidaram para ir para a Ponta do Papagaio, situada na Praia da Pinheira, a primeira no continente ao sul da Ilha de Santa Catarina. Um local que a muito estava querendo ir com o Tinguá.

Saímos do trapiche do ICSC por volta das 09:30h, com NE de 6-8 nós, para as 17 mn da minha rota. Ao chegarmos próximo a Ilha dos Cardos na barra sul da Ilha o NE cresceu muito e abaixei a mestra também para acalmar a tripulação, pois o mar também cresceu com ondas curtas de mais de metro na alheta de BB, o que tornou a velejada de popa com muita adrenalina. É normal nesta região a conformação dos morros da ilha e do continente acelerarem o NE.

Ancoramos junto a Ponta do Papagaio, o Tinguá e o Blue, já que o Guga Buy resolveu ficar na Praia dos Náufragados e dali retornar no sábado mesmo (veja aqui nossa posição dada pelo Spot). O morro da Ponta do Papagai
o e a Ilha do mesmo nome não protegiam totalmente do NE. Não havia mar mas o vento encanava e rugia, muito mais forte do que as previsões de CPTEC e WindGuru. Apesar da maravilhosa noite de lua cheia ela foi tensa, pois os veleiros dançavam com o vento cada vez mais forte, rondado uns 30º mais para N e agora nas nossas caras. De um lado a costa de pedras da ponta de outro barcos de pesca e criadouro de ostras. Mas nossa âncora Bruce de 10 kg se portou muito bem.

Ao amanhecer, o vento continuava forte apesar de as previsões indicarem uma boa diminuida entre 7 e 11 horas. Junto com o Cmdte. Moura resolvemos partir assim mesmo, pois à tarde a coisa seria muito pior. Foram as 17 mn de NE na cara. Até a altura da localidade de Ribeirão da Ilha foi hard com mar de 1,5m e nordestão
"na cara". Depois o vento deu uma acalmada (12-14 nós) e o mar baixou permitindo uma navegada mais confortável até o Veleiros da Ilha.

(Foto de Antônio Moura).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Novo Livro da Kriz

Hoje em cocktail na Livraria Catarinense do Beiramar Shopping, Kriz Sanz velejadora e fotógrafa, mantenedora junto com o marido Artur do site de fotos de vela www.esportesdomar.com.br, lançou seu segundo livro. "O que é que eu tô fazendo AQUI?".

Não é um livro de fotos de regatas, como o primeiro "Tribo das Águas", mas crônicas humoradas de algumas "roubadas" em que a Kriz se meteu, mas em geral envolvendo veleiros e regatas, e claro, seus inúmeros cães e gatos. Já li quase todo, tá muito bom.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mutley é Campeão Novamente

No sábado (17/10) disputamos, Polaco e Eu, com o Mutley as 2ª e 3ª etapas do Estadual e a 8ª etapa do Ranking Estadual de Mini Oceano Avelisc/Fevesc. Depois de muita chuva à noite, houve uma trégua durante as regatas (apenas alguma garoa aqui e acolá) voltando a chuva durante a confraternização e premiação. Temperatura na casa dos 18ºC com pouco vento de N-NE rondado.

A primeira regata, válida como 2ª etapa do Estadual de Mini Oceano, foi um triângulo olímpico mais uma só perna de contra vento, pois a CR encurtou a regata em duas pernas, sem nenhum aviso. Com pouco vento chegamos em segundo lugar, atrás do Imagine.

A segunda regata, valendo como 8ª e última do Ranking Estadual de Mini Oceano e 3ª e também última
do estadual, foi um triângulo mais duas pernas de contra vento e uma de popa. Saímos na frente, fomos ultrapassados logo, no vento muito fraco, e recuperamos a ponta na perna de popa (penultima perna), para ampliarmos a vantagem necessária para vencer o Imagine (e a regata) no tempo corrigido, na perna final de contra vento, com a ajuda do aumento do vento.

Com a vitória na segunda regata conquistamos pela terceira vez o Ranking Estadual (duas seguidas) e o vice campeonato estadual. No estadual, que é disputado em apenas três etapas, foi o melhor resultado possível pois não fizemos a primeira etapa devido a alteração da data programada.

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip).

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Boats Show ou Veleiros x Lanchas

A todo boat show nos grupos de velejadores vem a reclamação da falta de veleiros nestes eventos. Se os há são muito caros, já conhecidos e assim por diante.

A parte simples é que vivemos numa sociedade de consumo e quem promove estes eventos o faz para ter lucro. O custo para se expor também é uma questão de mercado. Há mais lanchas porque vende mais, vendendo mais tem escala e tem concorrência, o que obriga melhoria de processos e tecnologia na produção, e ferramentas "agressivas" de comercialização, resultando num custo comparativamente menor. Veleiros como vendem pouco não tem escala, tem pouca concorrência, pouco investimento em melhoria de processos e tecnologia, escassas condições para comercialização. Quem já visitou fabricantes de veleiros e de lanchas sabe muito bem do que estou falando. É o profissional versus o amador.

Estes dias estava numa roda com o projetista Márcio Schaefer (dono da Schaefer Yachts), aqui no Veleiros da Ilha, e alguém perguntou porque êle não projetava mais veleiros. (Para quem não sabe o Márcio veleja desde pequeno, é formado na Argentina, onde estagiou com os principais projetistas de lá e começou projetando veleiros, como o consagrado Schaefer31). A resposta dele foi de que não há mercado de veleiros no Brasil. Não para onde êle chegou depois que começou a projetar e fabricar lanchas.

Hoje temos apenas três estaleiros com alguma produção e variedade de modelos (Delta Yachts, Flash e Skipper). Só na Grande Florianópolis existem mais de dez estaleiros que fabricam embarcações a motor (e mais nenhum a vela), sendo que pelo menos seis deles tem podução maior que qualquer um dos construtores brasileiros de veleiros.

O complexo é quebrar este paradigma. Saber porque veleiros vendem pouco. A meu ver um grande fator é o cultural. Não temos a cultura da vela. Moramos num país tropical e não gostamos do vento na cara. Para muitos, que conseguiram o sucesso financeiro, a lancha é um grande simbolo de status, onde o importante não é curtir, mas ser visto. Bem, eu prefiro ser este bicho exótico: velejador.

(Foto de Andreas Willecke, do veleiro Mood Indigo).

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Abobrinhas...

O clima continua difícil para nós velejadores. Muita chuva, uma frente fria atrás da outra provocando muita instabilidade no tempo, com ventos fortes sem mais nem menos, ressacas seguidas e temperaturas desagradáveis. Deste modo o Tinguá tem velejado pouco. Deixamos de participar da Regata Balneário Camboriú, no sábado 19. A última saída foi em 20 de setembro, num dos poucos domingos de bom tempo dos últimos meses. Aproveitamos para levar as esposas e mais o casal de amigos (Rô e Polaco) para uma gostosa velejada na Baía Norte, com parada para um churrasquinho a bordo, ancorado em frente a Santo Antônio de Lisboa. Na volta apreciamos inúmeros golfinhos cercando um cardume. Foi a primeira vez que vi golfinhos tão dentro da Baía Norte, próximo à Avenida Beira Mar. Infelizmente só havia uma câmera a bordo, sem bateria...

Não tinha comentado ainda, mas o Guga Buy cresceu. O barco (um Van der Stadt 29') do Cmdte. José André Zanella e seu filho Eduardo, conhecidos de todos os cruzeiristas, no qual fiz várias gostosas travessias e aprendi muito, foi vendido no inverno passado. No inicio de setembro chegou ao Veleiros da Ilha o novo Guga Buy, um "possante" Far 40'. Ano que vem é rumo ao Caribe...

Recentemente o Estaleiro Skipper colocou no ar seu novo site, com seus novos projetos como o Skipper21 Nano, já uma realidade, e o Skipper38, um lindo projeto de Nestor Volker, que ainda não tem nenhuma unidade pronta. Outra novidade, é que a Skipper comprou a forma do catarinense Neo25 e o incorporou a sua linha de veleiros. Além disso a Skipper está produzindo barcos pelo sistema de infusão, uma tecnologia que permite cascos mais leves, resistentes e homôgeneos, além de ser ambientalmente mais correta. Bons ventos a Skipper. É disto que precisamos, mais estaleiros com maior opção de modelos.

Neste sábado o Mutley voltou as águas da Lagoa da Conceição para disputar a 3ª Etapa da IV Copa CASAN de Mini-Oceano. Primeiro deixa eu explicar: há muitos anos a Avelisc (Associação de Vela e Preservação da Lagoa da Conceição) vem organizando e realizando um campeonato de mini-oceano (veleiros cabinados até 25 pés) em oito etapas, que faz parte do calendário da FEVESC, que o chama de Ranking Catarinense de Mini-Oceano. Paralelamente a mesma FEVESC realiza, também na Lagoa da Conceição, o Estadual de Mini-Oceano, em três etapas, sendo a primeira e terceiras coincidentes com as sexta e oitava etapas do ranking. Desde de 2006 a Avelisc logrou conseguir o patrocínio da CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) para o campeonato. Neste ano por diversos motivos, este patrocínio só se concretizou em julho passado para quatro etapas, que seriam as 6ª, 7ª, 8ª e a Ele & Ela, uma tradicional regata festiva de encerramento da temporada. Acontece que a FEVESC não quer mais a CASAN em seu campeonato. Então foi preciso fazer uma regata não prevista para ser a 3ª etapa. Lembram daquela regata que transferiram de data em agosto e não pude fazer por estar com viagem programada na nova data? Pois bem valeu para três campeonatos, e com a ausência o Mutley ficou praticamente sem chances em dois deles...

Pois bem, a regata no sábado foi disputada com ventos fracos, parantes e rondantes do quadrante sul e após estar vencendo-a da largada até a última volta, com certa facilidade, deu um branco total no comandante...foram tantas as "cagadas" que não vou nem comentar. O fato é que acabamos em terceiro lugar, pela primeira vez perdendo uma posição pelo tempo corrigido.

(Foi tão vergonhoso que o www.esportesdomar.com.br não publicou nenhuma foto do Mutley nesta regata).